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Governo propõe diretrizes para plano de saúde popular

mar

2017

10

O Ministério da Saúde encaminhou ontem à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) as propostas para criação de uma nova modalidade de assistência médica particular: o plano de saúde popular. O objetivo é oferecer opções de assistência médica com custos menores e cobertura restrita quando comparado ao do plano tradicional.

 

De acordo com o documento, assinado pelo ministro Francisco de Assis Figueiredo, a ação visa a criação de alternativas frente aos mais de dois milhões de brasileiros que perderam o plano de saúde. "Nenhuma das propostas interfere no direito de qualquer cidadão brasileiro acessar a rede pública de saúde, tendo ele plano de saúde ou não", ressalta o chefe da pasta, no documento.

 

De acordo com Figueiredo, o plano do governo é que a nova modalidade envolva a coparticipação do usuário de até 50% "buscando uma maior participação do paciente nas decisões que envolvem a sua saúde", dizia o texto.

 

Também ficou desenhado que a definição de protocolos clínicos seja o mesmo adotado pelo SUS e que o reajuste dos planos acessíveis sejam baseados em planilhas de custos. Entre os temas mais polêmicos, o governo sinaliza a obrigatoriedade de segunda opinião médica para procedimentos de alto custo, garantindo as melhores práticas. Para especialistas tal medida poderia elevar mais o tempo de espera. Ainda na linha do tempo de atendimento, o governo estuda alongar de 14 para 30 dias o prazo para consultas de alta complexidade. "Para cirurgias eletivas e programadas, sugere-se a alteração de 21 para 45 dias", completa o informe, que prevê a regionalização do atendimento "contando com a infraestrutura de cada município ou região". Nas consultas consideradas básicas, como pediatria, o prazo é de sete dias.

 

As opções

 

Em cima dessas diretrizes o governo apresentou três opções de planos: o primeiro deles é o plano simplificado, que oferece cobertura primária, conforme o Rol da ANS. "Isso resolve mais de 85% das necessidades de saúde", diz o ministro. Nessa proposta, não há previsão para internação, terapias, exames de alta complexidade e emergência.

 

Já o Plano Ambulatorial + hospitalar traria cobertura de toda atenção primária, atenção especializada, de média e alta complexidade. "O paciente passaria, obrigatoriamente, por uma prévia avaliação realizada por médico da família ou da atenção primária."

 

Por fim, o Plano em Regime Misto de Pagamento oferece serviço por intermédio de contraprestação mensal para cobertura de serviços hospitalares, terapias de alta complexidade e medicina preventiva e ambulatorial. Os procedimentos, no entanto, seriam pagos pelo beneficiário.