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Distância entre operadoras de saúde e hospitais emperra mudanças no setor

jul

2017

26

A queda de braço dos hospitais com as operadoras continua. A forma de pagamento pelas empresas de saúde aos prestadores de serviços se mantém ligada ao aumento dos custos assistenciais e uma mudança concreta disso no Brasil segue distante, mesmo após anos de discussão, como revela uma pesquisa do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess), obtida com exclusividade pelo DCI.

 Segundo o estudo, os países que aplicam os chamados modelos prospectivos de pagamento - quando a despesa é conhecida antes do procedimento - possuem uma taxa média de crescimento do gasto per capita com saúde de 2,2%. Enquanto isso, aqueles que ainda não adotaram o modelo de forma prevalente têm uma média de crescimento de 4,3%. O cálculo tem como base dados coletados de 2010 a 2013.

 "O atual modelo retrospectivo (pagamento por serviço, o chamado cheque em branco da saúde) privilegia um número maior de procedimentos que muitas vezes são desnecessários", explica o superintendente executivo do Iess, Luiz Augusto Carneiro. De acordo com ele, o Brasil ainda está atrasado nesta discussão, e a projeção é que uma resolução demore, sobretudo, em função da resistência de alguns hospitais. "Alguns aplicaram modelos prospectivos para o controle interno, mas não como modelo de pagamento", diz. Mesmo assim, há exemplos de hospitais que já mudaram a percepção sobre o assunto, é o caso de cooperativas médicas que aplicam o Grupo de Diagnósticos Relacionados (DRG , na sigla em inglês), que se trata do modelo prospectivo mais difundido em todo o Brasil até o momento.

 Segundo o executivo do Iess, a desconfiança entre hospitais e operadoras de saúde é um fator que sempre existiu, mas a necessidade de uma gestão de custos vai exigir que isso seja superado para trazer maior transparência para os gastos, não apenas no que diz respeito ao modelo de remuneração, mas também na abertura de mais informações sobre o setor, como o de indicadores de qualidade (reinternação e infecção hospitalar, entre outros dados importantes).

 

Benefícios

 

Para comprovar a eficiência do modelo de pagamento, o executivo cita a experiência do DRG na África do Sul. "Temos um PIB per capita similar e uma inflação similar, contudo, eles tiveram um aumento da inflação médica de 9,5% e nós de 16,7%. Eles usam o modelo prospectivo e nós o modelo de pagamento por serviço que é retrospectivo", compara.

 Ampliando a comparação, uma tabela do novo estudo do Iess sobre 'os fatores associados ao nível de gasto com saúde' mostra que de 19 países, os que possuem menor diferença de variação entre a inflação geral e a inflação médica são os que já utilizam o modelo majoritariamente prospectivo. (veja mais no infográfico).

 Caso o modelo não mude, Carneiro alerta que os principais impactados serão os clientes contratantes dos planos coletivos empresariais que correspondem a 65% da carteira da saúde suplementar. "Hoje o plano de saúde é a segunda maior despesa depois da folha de pagamento, mas a conta vem crescendo 20% ano a ano e está pressionando as empresas. O custo é alto para o setor produtivo", destaca.

 Por outro lado, se o País conseguir mudar o sistema de pagamento usado entre operadoras e prestadores, a saúde suplementar que hoje reclama de uma inflação médica muito acima da inflação geral, poderá reverter o cenário insustentável do mercado.

 De acordo com ele, além da melhora do custo com internação (entre 20% e 30% de queda), o novo modelo pode ajudar na diminuição das fraudes - como a que o País tem vivido com a chamada máfia das próteses - e dos desperdícios.