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Conhecendo a complexidade do processo de autorização para procedimentos médicos, a Orizon oferece soluções que simplificam a experiência do seu beneficiário no momento do atendimento, além de evitar procedimentos indevidos e futuras glosas.

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A Orizon entende o desafio da análise de contas médicas, por isso oferece soluções que reduzem o tempo do processo, aumentam sua eficiência e contribuem para a melhora do relacionamento com os prestadores.

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Estudos mostram o impacto econômico da pneumonia no Brasil

Mar

2015

04
O custo médio do tratamento de uma pessoa vítima de pneumonia no Brasil, com internação, é de R$ 11.399,13 e o tempo médio de permanência no hospital de 7,5 dias. Foi o que revelou um estudo sobre doenças pneumocócicas (pneumonia, meningite e sepse) na rede privada, feito pela Orizon – empresa líder em serviços para os segmentos de saúde, seguros e benefícios.
O banco de dados da Orizon acompanha a trajetória de mais de 18 milhões de vidas, que correspondem a um terço das pessoas que pagam planos de saúde no Brasil. Durante três anos - entre outubro de 2010 e dezembro de 2013 - foram identificados 68.717 pacientes, de todas as idades, que apresentaram episódio de pneumonia. Precisaram de internação 16.227 e 59.408 foram liberados para fazer o tratamento em casa, a um custo médio de R$ 160,65 por atendimento ambulatorial. O coordenador de Inteligência em Saúde da Orizon, Everton de Matos Paloni, explica que “10% das pessoas deram entrada na unidade de saúde mais de uma vez por causa do mesmo evento, ou seja, foram registradas como pacientes internados e pacientes ambulatoriais”.
No cálculo foram considerados medicamentos, materiais, gases medicinais, alimentos, honorários médicos, exames, procedimentos, higiene pessoal e impostos e câmbio. Os custos totais foram de R$ 202,6 milhões para os pacientes internados e R$ 11,8 milhões para pacientes ambulatoriais. “Os custos relacionados com pneumonia e hospitalização são altos e representam um grande impacto para o orçamento total do sistema privado de saúde, quando comparado com o tratamento profilático ou dias de internação”, concluiu o estudo. As doenças pneumocócicas estão entre as principais causas de morte no mundo. Segundo a Organização Mundial de Saúde, as infecções das vias aéreas superiores aparecem como a terceira principal causa de morte no planeta (3,5 milhões por ano). Os bebês, os idosos e os indivíduos de qualquer idade com doenças subjacentes são os que possuem maior risco de infecção.

Estudo 2 – Custos de pneumonia em pacientes com diagnóstico de Câncer da perspectiva do Sistema de Saúde Privada no Brasil

Pessoas com câncer são mais suscetíveis a infecções, entre elas a pneumonia. Segundo o levantamento da Orizon, 7,7% dos pacientes (5.305 no total) que desenvolveram pneumonia entre outubro de 2010 e dezembro de 2013 tinham câncer. A média de internação deste grupo foi de 1,3 por paciente, enquanto a média de internação dos pacientes não diagnosticados com câncer foi de 1,1. “Embora o número de internações por pneumonia no paciente em tratamento oncológico tenha sido ligeiramente superior em comparação com os pacientes não-oncológicos, o custo com internação no caso do paciente com câncer foi 3,24% superior”, constatou Paloni. Os gastos médios por paciente foram de R$ 2.863,08 para o grupo não oncológico e de R$ 9.288,07 para o grupo em tratamento oncológico. Quando considerados os custos por hospitalização, os valores foram de R$ 2.314,60 e R$ 7.134,16, respectivamente.
“Os dados analisados mostram que as terapias oncológicas (quimioterapia e radioterapia) representam aproximadamente 1,2% do custo total das despesas de tratamento em oncologia, o que demonstra a necessidade de uma série de cuidados especializados para este tipo de paciente. E a pneumonia, assim como outras complicações, tem um impacto financeiro substancial em pacientes com câncer que estão no sistema privado de saúde brasileiro”, conclui Everton de Matos Paloni.

Estudo 3 – Custos relacionados com pneumonia, meningite e sepse em pacientes com 50 anos ou mais, na perspectiva do Sistema de Saúde Privado no Brasil

Entre outubro de 2010 e dezembro de 2013, a Orizon identificou 70.850 pacientes com as três doenças pneumocócicas, sendo 68.717 casos de pneumonia, 1745 casos de sepse e 388 de meningite, 79,66%, 19,38% e 0,96% respectivamente.
A faixa etária acima de 50 anos foi a que apresentou o custo médio mais elevado para o tratamento das doenças, o equivalente a 60% de todas as despesas com as doenças pneumocócicas. Os custos médios nesta faixa etária foram de R$ 20.078,90, R$ 53.523,98 e R$ 20.078,90 para sepse, pneumonia e meningite, respectivamente.

Sobre a Orizon
A Orizon trabalha há mais de 15 anos para simplificar o setor da saúde, gerando mais eficiência e resultados para os clientes através de suas soluções em: Transformação de Processos, Conectividade, Benefícios em Saúde e Inteligência em Saúde.
Hoje, um em cada três usuários do sistema de saúde privado se beneficia com as soluções da Orizon. São mais de 18 milhões de pessoas, conectadas a 130 mil prestadores e a 9.000 farmácias, efetuando mais de 140 milhões de transações por ano. Além disso, são processados mais de 40 milhões de sinistros e contas médicas neste mesmo período, trazendo importante ganho operacional para os clientes.
Devido a esse grande volume de dados, a Orizon é capaz de gerar informações estratégicas para o mercado, e assim auxiliar na tomada de decisão das empresas e agregar valor na gestão de saúde da população do país.